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Segunda-feira, 23 de Março de 2015

365 desde as 15

15h de 23 de Março de 2014 foi o momento mais aterrador de que tenho memória.

hoje completa-se um ano inteiro desde que partiste mas a saudade nunca foi embora e once in a while relembra-se e manda ainda mais abaixo.

 

sinto a tua falta mas sei que estás bem porque hoje me disseste pelo vento

obrigada

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publicado por emma às 22:08

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Sexta-feira, 20 de Março de 2015

felicidades singulares

nos momentos em que tudo corre mal, em que só nos apetece desistir, encontramos sempre algo que, por mais pequeno que seja, faz com que desistir nunca deixe de ser opção para realidade. muitas das vezes nem nos apercebemos da importância que estes momentos tenham, no impacto que trazem, parecem apenas momentos de alívio, quando são muito mais do que isso.

eu não me apercebi da importância desses momentos, mas não os descartava de todo.

 

quando tinha 12/13 anos não estava nas graças da vida. estava numa turma que detestava, não tinha mais amigos do que os meus dedos, nem tinha notas de agradar qualquer adulto. estava numa fase de mudança e negação com tudo e todos, na altura "ninguém me compreende" e "isto não é só uma fase".

 

mas entertanto, em fim de outubro de 2009, encontrei algo que no começo não parecia, mas que se tornou num dos maiores refúgios e paraísos em que já me encontrei. entrei para a escola de música, não parece muito, mas estava bastante intusiasmada, ia finalmente aprender a tocar guitarra, algo que já tinha tentado mas nunca de uma forma tão séria.só o facto de ter tomado a decisão de que o queria, ter tido a coragem, que no meu caso era preciso, de falar com a minha mãe e lhe propor ir para a escola de música era um grande big deal para a altura.

 

so, outubro, 2009, começava uma nova era

publicado por emma às 22:37

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Segunda-feira, 29 de Dezembro de 2014

os seis dos outros

hoje acordei com a uma triste mensagem, uma tia da Catarina está bastante doente, e à porta dos seis. a família dela foi até Coimbra para visitar a tia, mas ela teve de ficar em Lisboa com o avô. ela estava em pânico porque começou a aperceber-se que esta poderia ser a última vez que vê a tia em vida.

automáticamente tocou-me porque me fez lembrar, que por 8 vezes já passei por isso. perder alguém

 

aquela sensação de que alguém de quem gostas está prestes a partir, corrói por dentro. lembrar e relembrar quando foi a última vez que a viste quase que mata.

 

ao tentar ajudar numa mensagem de ombro amigo, dei por mim com lágrimas nos olhos

nove meses depois ainda não superei

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publicado por emma às 02:09

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seis sem um natal

4 dias depois, aqui te venho escrever

foi o primeiro natal sem ti, e sem os restantes 6, foi difícil e não nego o meu ataque de pânico às 3h da manhã.

passados 9 meses ainda não me habitei ao facto de não estares cá, especialmente no natal, uma época que adoro, e tantos que passei contigo.

 

não gostavas de receber, mas tinhas o maior gosto em dar. o teu olhar de felicidade quando oferecias algo e gostavam era o mais bonito e sincero que já vi, e quando recebias algo de que não estavas à espera, o olhar de surpresa e gratidão era o que me fazia sorrir.

 

9 meses e um natal sem ti, não foi igual

nunca mais será

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publicado por emma às 02:04

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Quarta-feira, 24 de Dezembro de 2014

seis mais um

esqueci-me de dizer. desde outubro que são sete

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publicado por emma às 04:47

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«e nós vamos correndo sem metas a alcançar,
de olhos fechados há espera de um lugar»


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